{"id":268,"date":"2021-11-16T15:36:12","date_gmt":"2021-11-16T18:36:12","guid":{"rendered":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/?p=268"},"modified":"2021-11-17T09:29:16","modified_gmt":"2021-11-17T12:29:16","slug":"implicacoes-da-nao-abordagem-da-fisica-moderna-e-contemporanea-no-ensino-em-engenharia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/2021\/11\/16\/implicacoes-da-nao-abordagem-da-fisica-moderna-e-contemporanea-no-ensino-em-engenharia\/","title":{"rendered":"IMPLICA\u00c7\u00d5ES DA N\u00c3O ABORDAGEM DA F\u00cdSICA MODERNA E CONTEMPOR\u00c2NEA NO ENSINO EM ENGENHARIA"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>DOI<\/strong>: <em><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.5281\/zenodo.5707559\">10.5281\/zenodo.5707559<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Sandilla Santana de Oliveira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Resumo simples publicado nos anais do I Congresso Brasileiro de F\u00edsica: <\/strong>Os elementos da F\u00edsica Moderna e Contempor\u00e2nea (FMC) raramente se fazem presentes no ensino dos cursos de engenharias, fazendo com que conhecimentos, saberes e desenvolvimentos sejam suprimidos da forma\u00e7\u00e3o do engenheiro. Assim, este texto tem por objetivo discutir as implica\u00e7\u00f5es da n\u00e3o abordagem da FMC no ensino em engenharia e, para seu desenvolvimento, optou-se por uma revis\u00e3o de literatura utilizando as ferramentas de busca dos sites Google Acad\u00eamico e Scientific Electronic Library Online. Foram analisados trabalhos cient\u00edficos, de livre acesso, que apontam que a FMC tem suas origens no final do s\u00e9culo XIX, com o surgimento da Teoria da Relatividade, os Quanta de Plank e o posterior desenvolvimento da F\u00edsica Qu\u00e2ntica, al\u00e9m disso, tamb\u00e9m indicam que os elementos da FMC t\u00eam aplica\u00e7\u00f5es cada vez mais presentes no cotidiano da sociedade atual. Os resultados observados na an\u00e1lise de literatura permitem inferir que, no Brasil, poucos s\u00e3o os alunos dos cursos de engenharia que tiveram contato, durante a Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, com a FMC e s\u00e3o raras as Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior que oferecem t\u00f3picos de FMC nos programas curriculares de seus cursos de engenharia, fazendo com que uma gama de conhecimentos, aplica\u00e7\u00f5es e potencialidades permane\u00e7a desconhecida por boa parte dos alunos. De fato, apesar da presen\u00e7a constante da FMC em nosso dia a dia ainda n\u00e3o h\u00e1, no Brasil, uma proposta oficial de inser\u00e7\u00e3o deste componente curricular nos cursos de engenharia e, as poucas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior que o oferecem, fazem de maneira superficial e seguindo crit\u00e9rios pr\u00f3prios, dado que n\u00e3o h\u00e1 uma regulamenta\u00e7\u00e3o para essa abordagem curricular. Devido \u00e0 engenharia ser considerada uma \u00e1rea tecnol\u00f3gica respons\u00e1vel por grande parte do desenvolvimento da sociedade moderna, onde se espera que o engenheiro seja um sujeito capaz de desenvolver e aprimorar tecnologias em prol dos avan\u00e7os e transforma\u00e7\u00f5es sociais, se pode perceber o contato direto da engenharia com a FMC e a necessidade de o engenheiro ser capaz de lidar com esse conhecimento de maneira a contribuir efetivamente para o avan\u00e7o da sociedade. Dessa forma, se pode afirmar que a exclus\u00e3o da FMC da grade curricular dos cursos de Engenharia, ou mesmo sua abordagem superficial e pouco significativa, afasta, da forma\u00e7\u00e3o profissional do engenheiro, compet\u00eancias que possibilitariam sua participa\u00e7\u00e3o no desenvolvimento e aperfei\u00e7oamento das tecnologias origin\u00e1rias da F\u00edsica e da Ci\u00eancia do s\u00e9culo XX. Assim, e diante dos dados observados, pode-se concluir que a FMC n\u00e3o est\u00e1 inserida, de maneira proveitosa, no curr\u00edculo dos cursos de engenharia do Brasil e este cen\u00e1rio mostra uma dificuldade para estes cursos, que caminham mais lentamente, no sentido de um real desenvolvimento tecnol\u00f3gico e industrial, visto que a ci\u00eancia no campo da engenharia pode n\u00e3o ter as bases s\u00f3lidas necess\u00e1rias para fomentar as demandas da sociedade por inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas futuras. Por fim, aponta-se a necessidade de uma moderniza\u00e7\u00e3o do ensino em engenharia, de maneira a trazer os conceitos da FMC para as aulas e estimular sua interdisciplinaridade, fazendo com que o profissional engenheiro tenha uma forma\u00e7\u00e3o que se adeque \u00e0s necessidades da sociedade atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Engenharia; Ensino; FMC; Forma\u00e7\u00e3o Profissional<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.5281\/zenodo.5707559\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Baixar na \u00edntegra em PDF<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOI: 10.5281\/zenodo.5707559 Sandilla Santana de Oliveira Resumo simples publicado nos anais do I Congresso Brasileiro de F\u00edsica: Os elementos da F\u00edsica Moderna e Contempor\u00e2nea (FMC) [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0},"categories":[58,46],"tags":[94,95,91,96,93],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/268"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=268"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/268\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":320,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/268\/revisions\/320"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=268"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=268"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=268"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}