{"id":253,"date":"2021-11-17T09:40:06","date_gmt":"2021-11-17T12:40:06","guid":{"rendered":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/?p=253"},"modified":"2022-10-21T17:27:40","modified_gmt":"2022-10-21T20:27:40","slug":"da-ficcao-cientifica-a-realidade-a-influencia-de-producoes-ficcionais-na-fisica-moderna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/2021\/11\/17\/da-ficcao-cientifica-a-realidade-a-influencia-de-producoes-ficcionais-na-fisica-moderna\/","title":{"rendered":"DA FIC\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA \u00c0 REALIDADE: A INFLU\u00caNCIA DE PRODU\u00c7\u00d5ES FICCIONAIS NA F\u00cdSICA MODERNA"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>DOI<\/strong>: <em><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.5281\/zenodo.5705261\">10.5281\/zenodo.5705261<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Ananery Lopes Ribeiro<\/strong><br><em>Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Resumo: <\/strong>Nos dias atuais a fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 apenas um entretenimento para a maioria das pessoas, mas ser\u00e1 que o que vemos nos filmes e s\u00e9ries de fic\u00e7\u00e3o podem inspirar cientistas em suas pesquisas? A resposta \u00e9 sim, atualmente temos diversas coisas que foram inspiradas na fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, como por exemplo impressoras 3d, drones e at\u00e9 mesmo o telefone celular que usamos no dia-a-dia, entretanto um dos principais e talvez mais intrigantes elementos da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 o teletransporte, que se trata da transforma\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria em uma forma de energia e sua posterior reconstitui\u00e7\u00e3o em outro local, em outras palavras o que s\u00e3o transportadas n\u00e3o s\u00e3o as part\u00edculas em si, mas sim as informa\u00e7\u00f5es sobre elas. Em Star Trek, s\u00e9rie de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica norte-americana lan\u00e7ada em 1966, o teletransporte funciona de forma que os personagens entram em uma \u201ccabine\u201d na qual eles s\u00e3o \u201cescaneados\u201d e as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para refaz\u00ea-los \u00e9 transmitida para o local de destino, onde eles s\u00e3o reconstru\u00eddos com os \u00e1tomos presentes l\u00e1. Mas ser\u00e1 que no mundo real isso seria poss\u00edvel ou fica apenas na fic\u00e7\u00e3o? Na d\u00e9cada de 1990 o ingl\u00eas Samuel Braunstein, da Universidade de York conseguiu teletransportar um feixe de raio laser em laborat\u00f3rio. Mas ele n\u00e3o foi o \u00fanico, em 2010 uma equipe de pesquisadores da Universidade de Ci\u00eancia e Tecnologia da China, conseguiu teletransportar f\u00f3tons a 16 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia e temos tamb\u00e9m os experimentos realizados por uma equipe das universidades de Rochester e Purdue, nos EUA, que mostraram agora que o teletransporte tamb\u00e9m pode ser poss\u00edvel entre el\u00e9trons. Nesse contexto concluo que o objetivo deste trabalho \u00e9 fazer uma an\u00e1lise da influ\u00eancia da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no desenvolvimento do teletransporte qu\u00e2ntico entre outras pesquisas e tecnologias desenvolvidas e inspiradas pela fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Palavras-chave:<\/strong> Fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica; Teletransporte; Star Trek<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.5281\/zenodo.5705261\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Baixar na \u00edntegra em PDF<\/a><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOI: 10.5281\/zenodo.5705261 Ananery Lopes RibeiroUniversidade Federal de Uberl\u00e2ndia Resumo: Nos dias atuais a fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 apenas um entretenimento para a maioria das pessoas, mas [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0},"categories":[58,46],"tags":[62,59,61,60],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/253"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=253"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/253\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":326,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/253\/revisions\/326"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=253"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=253"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistabrasileiradefisica.com\/rbf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=253"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}